O ranger da porta da cela foi diferente desta vez; não houve o escárnio dos guardas nem a batida seca da tigela de estanho contra a pedra. Cedrik entrou sozinho, a luz de uma única lanterna projetando sua sombra imensa sobre Freya, que permanecia encolhida no canto, uma mancha de resistência em meio ao mofo. Sem dizer uma palavra, ele cortou as cordas de seus pulsos com um movimento rápido de uma adaga de prata e a puxou pelo braço, obrigando-a a se levantar. O toque dele, embora firme, não tin