Quarta-feira, 13 de maio de 2026.
Robert estava em sua sala no 19º andar revisando os números finais do projeto de fusão quando Marcos Oliveira, o diretor geral brasileiro, entrou sem bater. O rosto dele estava sério — uma mistura de decepção, raiva e constrangimento.
— Fecha a porta — disse Marcos, sentando-se na cadeira à frente da mesa de Robert sem ser convidado.
Robert sentiu um frio na espinha. Fechou a porta.
Marcos não enrolou.
— Eu sei do seu caso com a Mariana Silva.
O silêncio que se