Samuel grunhiu, uma expressão de dor e prazer entortando seus traços.
- Porra, Alis... não faz isso comigo. Eu tô numa sala de reuniões daqui a pouco, vou ficar o tempo todo com o pau latejando lembrando dessa imagem.
- Então aproveita agora - ela ordenou, sussurrando. Sua própria mão começou a se mover, os dedos circulando o clitóris com a prática de quem conhece seu próprio corpo, mas imaginando que eram os dedos dele. - Lembra quando você me virou de costas e me fodeu contra a parede? Eu sonhei com isso duas vezes. Acordei com os lençois grudados nas pernas. E gozei sozinha, pensando em você dizendo "goza pra mim, Alis".
- Então goza de novo - a voz dele era uma ordem, áspera e carregada de desejo. - Agora. Para mim.
Ela obedeceu. Deixou a câmera capturar cada nuance de seu rosto enquanto a onda de prazer a dominava. Seus olhos se fecharam, sua boca se abriu num gemido silencioso, seu corpo se arqueou na cama, os quadris tremendo. Ela gritou seu nome, suave e prolongadamente, enqua