- Agora - ele sussurrou de volta, - nós tomamos nosso café. E depois... - Ele a olhou nos olhos, e um vislumbre do homem da noite anterior reapareceu em seu olhar, mas agora temperado com uma doçura infinita. - Depois eu te levo de volta para a cama. Mas desta vez, vai ser devagar. Vai ser para te amar. Não para te foder. Embora... - ele acrescentou com um sorriso malicioso, - uma coisa não precise necessariamente excluir a outra.
Alis riu, um som leve e livre que ecoou na varanda. O medo ainda