Alis acordou antes do despertador, sua consciência retornando ao corpo devagar. Cada músculo protestava com uma dor deliciosa, um mapa de memórias sensoriais que ia desde a tensão nas coxas até a sensibilidade nos seios e uma leve pontada profunda entre as pernas.
Ela estava sozinha na cama grande. O espaço ao seu lado ainda estava morno e marcado pela forma de Samuel. O cheiro dele, uma mistura de suor, sexo, e aquele perfume amadeirado, impregnava os lençois pretos, um aroma que era agora si