O hospital em Paris, com seus corredores brancos e esterilizados, parecia um templo de vidro. Em uma das suítes de luxo, o silêncio era interrompido apenas pelo som rítmico dos monitores de Kaique. Mary, a secretária ruiva e de olhos azuis, o observava, o rosto pálido e as mãos tremendo. Foi nesse momento que um homem alto, loiro, com uma barba estilo viking e olhos âmbar, entrou no quarto. Era o Dr. Gabriel, o médico responsável por Kaique.
"Senhorita Mary," Gabriel disse, sua voz era calma e