Mundo de ficçãoIniciar sessãoVitor Albuquerque estava sentado em um banco de pedra em uma praça deserta, a poucos metros da sede da Polícia Federal. Ele não tinha mais o relógio de ouro; ele o havia deixado no balcão de uma casa de penhores para pagar as últimas diárias do hotel e uma garrafa de gim que agora pesava em seu estômago. Ele parecia um espectro do homem que fora: as roupas, embora de marca, estavam encardidas, e a barba por fazer denunciava o abandono de si mesmo.
Uma mensagem em seu telefone — um aparelh






