A descida para as profundezas da Bacia de Campos começou com o som claustrofóbico e definitivo das comportas do submersível Nereu selando-se com um estalo pneumático que reverberou pelas paredes de titânio como um veredito de tribunal. O espaço interno era opressivo, um cubículo de policarbonato reforçado e metal onde o ar tinha um gosto metálico de oxigênio reciclado e o cheiro persistente de graxa hidráulica. O engenheiro naval, um aliado silencioso que vivia na clandestinidade desde o expurg