A incursão pelos níveis inferiores da base "Lugar Nenhum" exigia uma sincronia que beirava o sobrenatural, uma coreografia de sombras em um ambiente onde cada superfície era projetada para a máxima visibilidade e assepsia. Claire Thorne liderava o grupo com a economia de movimentos de uma predadora que aprendeu a caçar no silêncio absoluto das montanhas, enquanto Marcus, agachado a cada nó de interface, utilizava um dispositivo portátil de interferência para criar "pontos cegos" temporários nos