O despertador não precisou tocar às quatro da manhã. Sophie já estava desperta, observando as sombras dançarem no teto do quarto enquanto Enzo dormia um sono pesado e tranquilo, o braço passado protetoramente sobre a cintura dela. Era o toque que ela sempre desejara, mas que agora, sob o travesseiro, era assombrado pelo envelope pardo — um lembrete do que ela fizera quando aquele abraço não existia.
Lá embaixo, o som abafado de malas sendo carregadas e o motor de um carro em marcha