O quinto dia em Angra dos Reis não nasceu com o som dos pássaros ou o balanço rítmico das ondas contra o trapiche, mas com o som metálico e frenético de Sophie revirando as gavetas da cozinha. Eram pouco mais de seis da manhã quando ela encontrou o que procurava: uma pequena agenda de couro descascado, deixada pelo caseiro sobre o balcão de mármore, com contatos de serviços locais para emergências da ilha.
Seus dedos tremiam enquanto ela percorria as páginas amareladas até encontrar o nome "