A tarde de quinta-feira trazia uma calmaria enganosa para a Serra da Mantiqueira. No Pátio das Hortênsias, o vento gelado de julho soprava suave entre as copas das araucárias, e o único som audível era o crepitar discreto do fogão a lenha no café de Marta. Mas no universo digital, o cenário era de absoluta ebulição.
Às quatorze horas, simultaneamente em Paris, Nova York e São Paulo, a prestigiada L’Art Contemporain liberou em suas plataformas globais a sua mais aguardada edição digital. O prato