Tank levantou a cabeça, deu um sorriso forçado para Endi e relembrou o que tinha ouvido do chefe a primeira vez que entrou naquele lugar.
— Ainda não sei ler essa língua aí, mas estou disposto a morrer por ela, chefe e dessa vez eu juro que não vou perder a oportunidade de regar a minha flor. Mesmo que seja deixando ela ir embora para sempre. Só quero pedir desculpas olhando nos olhos dela.
— Não vai morrer hoje, estrategista.
Tank colocou a mão na maçaneta, mas Endi o afastou.
— Só uma coisa.