Killer colocou o anel, sempre fazia isso, dia após dia, pensava em entrar naquela sala e estapear aquele idiota usando justamente a mão que carregava o presente de merda que ele não deu para ela.
Mas naquela manhã ela saiu de casa.
Cada passo a deixava mais apavorada, mas continuou.
As luzes do centro de comando refletiram no rosto de Killer assim que a porta automática se abriu com aquele barulho irritante.
Aliás estava com tanta raiva que quis quebrar aquele vidro ridículo que nunca a deixava