Zoey não respondeu, mas o corpo entregou o que a boca queria em negar. Gemeu, os olhos fechados, a pele arrepiada se moldando à mão áspera que apertava o seio sem pedir licença.
Dylan sorriu de lado, aquele sorriso convencido de quem sabe como tocar a mulher que tem. Havia recebido o mapa para o corpo de Zoey há muitos anos.
Colou o peito suado nas costas da esposa e falou com a boca colada ao pescoço feminino.
— É assim que você gosta, bonequinha. Não mente pra mim.
Zoey mordeu o lábio inferio