No dia seguinte, Dállia acordou com o namorado tentando se levantar. O movimento a assustou, achou que Tank estivesse com dor, ao menos era o mais lógico.
— O que foi? Quer que eu chame a médica. O que está sentindo?
Tank pigarreou tentando limpar a garganta, ainda doía, mas o som saiu.
— Desculpa, não queria te acordar.
— Quer usar o banheiro? Vem eu te ajudo!
Ela se levantou da cama depressa e o rapaz quase teve uma síncope.
— NÃO!
Gritou e em seguida ajustou o tom de voz.
— Não levanta! Prec