O silêncio da noite era quebrado apenas pelo leve ronco de Pedro. Sofia deslizou para dentro, seus passos leves mal perturbando o ar. Ela parou por um momento, observando a figura adormecida na cama, iluminada palidamente pela luz da lua que entrava pela janela. Uma mistura de saudade e uma determinação quase febril pulsava em seu peito.
Com movimentos lentos e deliberados, Sofia começou a se despir. O vestido escorregou pelos seus ombros, caindo no chão com um sussurro. Em seguida, as meias, a