A porta do quarto se abre silenciosamente, revelando Pedro. Ele está exausto, com olheiras profundas, mas se esforça para manter uma expressão neutra. Ele não suspeita da provocação de Sofia a Ana. Seus olhos varrem o quarto e param em Sofia, que está deitada na cama, a imagem da fragilidade.
_ Sofia… como você está?
Sofia se encolhe ligeiramente, uma encenação perfeita. Ela desvia o olhar para o lençol, como se estivesse com vergonha.
_ Eu… eu não sei, Pedro. Sinto muito por tudo isso. Eu t