– Precisamos de uma autópsia! Carlota exclamou enquanto lia os documentos do caso de Ilana, soltou um suspiro e então, ergueu os olhos para mim. – E preciso da autorização da família dela para reabrir o caso. Conheço uma promotora que pode nos ajudar.
– Nem sei como te agradecer… – Murmurei, percebendo que estava ocupando seu, já curto, tempo livre.
– Não se preocupe com isso… – Ela retrucou, e esboçou um sorriso de canto. – Posso exercer o direito há anos, mas sempre estive muito focada na a