Retornei para São Paulo na segunda-feira. Júlia chorou o tempo inteiro enquanto me olhava colocar as malas dentro do carro, era o mesmo semblante que ela me lançou quando fui embora pela primeira vez, um olhar que dizia “tenho medo do que acontecerá com você”. Suspirei, puxando-a para perto e a abracei, sussurrando que sabia cuidar de mim mesma.
E minutos depois, Ellie e eu estávamos na estrada, prontos para recomeçar nossa vida, em nossa casa nova. Nosso novo lar era bem espaçoso, um duplex na