O céu da Irlanda parecia mais azul naquela manhã, ou talvez fosse só o alívio no peito de Isadora que dava cor ao mundo. O jatinho havia pousado há pouco, e ela já sentia o cheiro familiar do ar frio e levemente úmido que só aquele lugar carregava. A bagagem fora enviada direto para casa, mas ela insistiu em sair caminhando do pequeno aeroporto particular. Queria sentir a terra de volta sob os pés. Queria se sentir inteira.
Quando avistou o carro preto parado discretamente à frente, seu coração