— Hum. — Respondeu ele.
Eu ia dizer algo, mas ele murmurou baixinho:
— Eu não consigo me controlar, Carol. Não consigo deixar de querer me aproximar de você, de ser bom com você... E sim, de te seduzir também.
É verdade, o amor era algo que, se fosse controlável, nem deuses escapariam de suas armadilhas.
Fiquei sem saber o que responder por um momento. George, no entanto, me soltou e disse:
— Beba mais água. Se precisar de alguma coisa, me ligue.
Ele então apontou para minha bolsa.
— Me dá o car