De fato, ela sempre brigava comigo, querendo me superar, mas acabava se atolando mais ainda.
Apesar disso ser consequência das próprias ações dela, ela não se culpava, só me culpava.
Eu exatamente pretendo usar o ódio que ela tem por mim.
Até na hora de eu ir embora, ela nem me olhou, mas eu chamei ela.
Lídia veio, falou com emoção: — Carolina, eu não te atendo.
Essa mulher ainda tem seu orgulho,recusando ganhar esse dinheiro.
— Eu quero um cartão VIP anual do vosso bar, se você não me atender,