Miguel parou e olhou para mim com desconfiança.
Eu sorri sem jeito.
— Foi a tia que fez a reforma.
Depois disso, entreguei a bolsa dele.
— Mano, vai lá. Dá uma descansada e organiza suas coisas. Eu também vou arrumar algumas coisas.
Ele concordou com um aceno de cabeça, e eu fui para o meu quarto.
O quarto ainda estava com as coisas minhas e do Sebastião. Dava para ver que, desde que eu fui embora, ninguém tinha usado o espaço.
Pelo jeito, Sebastião não voltou para cá nem uma vez. Então, onde el