— Ódio? Sim.
Mas o ressentimento era ainda maior.
Só que meus sentimentos, sejam eles de amor ou de rancor, não tinham nada a ver com essa mulher.
Ela me abordou por um motivo óbvio: insegurança.
Talvez estivesse com medo de que eu ainda pudesse ser um problema entre ela e Geo.
Virei-me para ela com um sorriso leve.
— Srta. Furtado, nós não somos próximas. Quem eu amo ou odeio não é da sua conta. Mas, se você está tão curiosa, pode perguntar ao próprio Geo. Ele deve saber melhor do que ninguém.