— George!
Chamei por ele enquanto estendi a mão, segurando seu braço.
Ele olhou para mim, e eu olhei para ele. Meu olhar tremia, meus lábios mal conseguiam parar de tremer...
Eu não disse nada, mas ele me entendeu. Quando minha garganta parecia prestes a explodir de tanto apertar, ele falou com a voz rouca:
— Precisamos de uma resposta.
Assim que terminou, afastou minha mão, pegou o envelope e o abriu. Seus movimentos foram rápidos, quase apressados, como se temesse que, caso demorasse um pouco