— Sou eu!
A voz familiar ecoou pelo corredor.
Segurei o corrimão e parei de repente, sentindo o alívio percorrer meu corpo.
Depois de alguns segundos, me virei e continuei subindo as escadas, até ver George, encostado na parede, meio escondido na sombra.
A lembrança do nosso encontro anterior me deixou sem saber o que dizer. Mas a verdade era que ele tinha me assustado, então deixei transparecer minha irritação:
— Você não sabe que desse jeito acaba assustando as pessoas?
— Hum. — Foi tudo o que