RUBY PORTMAN
Levantei da cadeira novamente, frustrada demais para continuar encarando o computador sem propósito algum. Fui para o corredor em busca do café que tinha me prometido mais cedo, ignorando os olhares apressados de alguns colegas que passavam com pilhas de papéis nas mãos. A máquina de café não era a solução para todos os problemas, mas naquele momento parecia o que mais se aproximava disso.
Enchi o copo até a borda e voltei à minha mesa com passos mais firmes, decidida a pelo menos