Sofia já conseguia ver Marcelo através da janela de vidro da UTI. Para ela, ele parecia estar à beira da morte. Com as mãos trêmulas, agarrou o braço do homem de uniforme camuflado que estava na porta.
— Como ele está? Ele está gravemente ferido? Como ele foi ferido tão gravemente assim? Quando ele vai acordar?
— Isso não sabemos. — Respondeu o homem, com uma expressão séria. — Mas, senhorita, aqui é uma área silenciosa. Se quiser esperar que o capitão Marcelo acorde, terá que aguardar pacientem