Ela pensou se ele exigia dela o mesmo que exigia de si mesmo.
— O quê? — Marcelo franziu a testa, confuso.
Esther olhou para ele, incerta sobre se deveria continuar. Talvez ela não tivesse coragem de encarar a verdade que tanto temia. Apertando os punhos, desviou o olhar e respondeu:
— Nada.
Marcelo percebeu a expressão dela, como se algo estivesse incomodando ela. Ela queria perguntar, mas hesitava. Antes que ele pudesse insistir, alguém bateu na porta.
— Senhor, senhora! — Chamou a empregada d