A música havia mudado para algo com mais grave, o tipo que pede um movimento diferente do corpo, mais lento e mais consciente, e o rapaz sabia dançar o suficiente para que dançar com ele não fosse desconfortável.
Marjory havia aprendido alguma coisa sobre si mesma nos últimos meses, que quando estava com raiva de uma situação essa raiva ia para o corpo de formas que ela não controlava completamente. Não era agressividade, era presença, aquela qualidade de ocupar o espaço de forma mais completa