O karaokê do Temple Bar tinha aquela energia específica dos lugares que pedem que você deixe o bom senso na porta, não de forma irresponsável, mas no sentido de que o contrato implícito do espaço era de que ninguém estava ali para ser julgado, apenas para existir em voz alta por alguns minutos de cada vez.
Havia uma lista de espera para o palco, um microfone com uma iluminação cor-de-rosa que não fazia favor a ninguém mas que democraticamente não fazia favor a ninguém, e mesas espalhadas pelo e