Evelin observava da varanda, um sorriso de gratidão iluminando seu rosto. Lá embaixo, a logística era uma coreografia de pura energia.
— Arthur e Bernardo, não subam aí! — a voz do marido de Evelin ecoou, misturando autoridade e riso, enquanto ele corria atrás dos dois meninos que, com a agilidade típica dos três anos, tentavam escalar um banco de mármore.
Perto dali, as meninas formavam seu próprio universo. Alice, a mais audaciosa, liderava as irmãs em uma caçada às borboletas, enquanto Beatr