Sônia observou os policiais algemarem Alexandre Simioni, que começava a retomar os sentidos. Ela não sentia pena; sentia o peso do dever cumprido, mas sabia que aquela história tinha raízes muito mais profundas do que o delírio de um homem obcecado.
— Vasculhem tudo! — ordenou Sônia à sua equipe. — Quero cada papel, cada dispositivo eletrônico que estava naquele carro.
Enquanto Eduardo se recusava a soltar a mão de Evelin dentro da ambulância, os agentes encontraram uma maleta de metal blindada