Maya
Quando paramos à frente do prédio, saltei logo do carro indo até à portaria. Uma mulher saía com seu cãozinho para passear, então aproveitei a porta aberta e entrei.
— Oi, Chris — cumprimentei o porteiro que estava atrás do pequeno balcão de madeira do hall de entrada.
— Oi, Maya. Há quanto tempo não a vejo por aqui.
— Isso é verdade. — Sorri. — Sabe se a Grace está em casa? Eu liguei, mas ela não me atendeu. Só estou preocupada.
— Ela subiu há quase uma hora.
— Certo. Vou subir para vê-la.