Maya
Victor olhou-me surpreso e relaxou seu punho, segurando a minha mão. Acho que ele não esperava pelo convite.
— Você tem certeza? — perguntou com a voz baixa.
— Tenho sim — respondi sorrindo com convicção. — Eu adoraria que minha mãe o conhecesse primeiro.
Victor sorriu e aproximou-se tomando meus lábios em um beijo lento. Eu o correspondi com saudade e carência. Noberto abriu a porta e nós descemos entrando no hospital. Subimos de elevador até o quarto andar e, quando as portas se abriram,