Maya
Depois de tomarmos o café da manhã, Victor deitou-se comigo no sofá de bambu à beira da piscina, sob a sombra dos coqueiros. Ficamos ali abraçados e em silêncio curtindo o feriado juntos. Ele acariciou meus cabelos, enquanto eu alisava seu peito por cima da sua camiseta preta. Ele estava vestido tão informal, mas ainda assim, esbanjava tanta sensualidade quanto se estivesse em um dos seus ternos caros de três peças.
— Quando vamos contar aos seus pais? — perguntou quebrando nosso silêncio.