Maya
— Está se sentindo bem? Ficou pálida de repente.
— Preciso me sentar.
— Claro. — Ele me acompanhou até minha mesa. — Vou pedir para que tragam uma água para você.
— Obrigada.
— Querida... O que houve? — interrogou Victor com preocupação, puxando uma cadeira e sentando-se à minha frente.
— Estou bem. — Sorri. — Só senti uma tontura de repente.
— Sua água, senhorita. — O garçom estendeu-me o copo.
— Obrigada. — Tomei toda a água e recostei-me na cadeira.
Victor me observava em silêncio com um