Maya
A caminho do hospital paramos em uma cafeteria. Desci com o meu pai e compramos uma vitamina sem açúcar, cafés e alguns donuts para viagem. Quando chegamos lá, senti o meu estômago embrulhar e revirar de nervoso. As portas do elevador se abriram e caminhamos sem pressa até o quarto. O meu pai bateu de leve na porta e entrou na frente.
— Trouxe alguém comigo — anunciou ele.
— Oi, mãe.
— Maya! Graças a Deus! — disse com alívio, apoiando a mão espalmada no seu peito.
Corri de encontro a ela e