Maya
— Sente-se, pai — pedi e sentei-me no sofá maior à sua frente, enquanto ele se acomodou em uma das poltronas.
— Como você está? — perguntou esfregando as mãos uma na outra com agonia.
— Bem. E você?
— Estou bem. — Fez uma breve pausa encarando os próprios pés, como se buscasse palavras ou algum ponto de onde continuar com o diálogo. — Queria... Queria ter ligado para você há alguns dias, mas... não tenho o seu novo número. — Olhou-me novamente.
— Por que não pediu a Clarice ou a tia Jenna?