Maya
Caminhei pacientemente e de cabeça baixa pelo passeio de pedras que cortava o estacionamento levando até um ponto de táxi na calçada, pensando na minha mãe que havia ficado dormindo e nessa situação difícil que enfrentávamos.
— Maya!
Parei e virei-me para trás.
— Noberto! — exclamei sorridente e feliz em vê-lo. — Como vai? — perguntei aproximando-me dele.
— Bem e você?
— Eu estou bem. Minha mãe finalmente acordou. — Compartilhei alegre a notícia.
— Eu soube, Victor me disse. Fico muito fel