Maya
Acordei às oito horas com a conversa alta das pessoas que passavam pelo corredor lá fora. Deitada na cama e encarando o teto, resolvi que era hora de dar sinal de vida para Clarice. Estava a ignorando há dias. Aliás, não só ela, mas também minha avó, Dick e Penny. Sentei-me na cama e peguei meu celular ao lado sobre o criado-mudo e busquei seu número na agenda. Ela atendeu no segundo toque.
— Graças a Deus, Maya! — Senti o desespero em sua voz. — Sabe como estou preocupada com você? Quase