Bangkok não dormia. Mesmo à noite, a cidade pulsava como um organismo vivo: buzinas, letreiros em neon, vendedores ambulantes gritando em tailandês e uma sinfonia de cheiros — especiarias, óleo fervente, flores de jasmim e fumaça. Pravat, Bela e Sinn andavam pela Rua Yaowarat, o coração da Chinatown local, misturados à multidão apressada.
A cabeça de Pravat fervia. O vídeo do pai ainda ecoava em seus pensamentos. As palavras "nunca confie no sangue" estavam gravadas como uma maldição. Ele olhav