A mansão da família Silken, silenciosa como um túmulo, parecia agora mais viva do que nunca. Não por boas razões — mas porque cada parede, cada quadro antigo, cada corredor abafado parecia sussurrar segredos que há muito tempo imploravam para vir à tona.
Arun caminhava pela sala de estar como se pertencesse àquele lugar desde sempre. Apesar de ter sido apresentado como um “aliado de confiança” do tio de Pravat, sua postura era de alguém com um vínculo mais profundo. Seu olhar avaliava cada cant