Na manhã da primeira noite que passaram na casa após a reforma, Ricardo acordou com o cheiro de café fresco e pão na chapa.
— Isso é real ou estou sonhando? — ele perguntou, descendo a pequena escada de madeira, de chinelos.
Rosa riu, virando-se com uma caneca na mão.
— Real, senhor Trajano. Café de verdade. E nada de cápsulas gourmet. Aqui é coador e paciência.
— Hum… gosto mais do som disso do que imaginei. — Ele beijou a testa dela e se sentou à mesa de madeira que ele mesmo mandou lixar e r