O dia começou como qualquer outro. Rosa chegou cedo, recebeu os relatórios, respondeu e-mails, revisou contratos. Já não chorava mais por Ricardo — mas o luto morava fundo no peito.
Até que o elevador da presidência tocou.
As portas se abriram.
E, entre os corredores de mármore e o som abafado de passos, uma figura conhecida surgiu. Os cabelos mais longos, o corpo magro, mas o olhar… o olhar era dele.
— Ricardo?
Rosa levou a mão à boca. O mundo parou. Ela quase caiu da cadeira.
— Está viva — el