Ricardo segurou o braço de Rosa com firmeza, inclinando-se para sussurrar perto do ouvido dela:
— Vou te levar para casa, Rosa. Vamos.
Rosa, meio cambaleante, tentou se soltar.
— Não precisa, Ricardo... Eu sei me virar sozinha. — Ela respondeu, com a voz arrastada, os olhos ligeiramente turvos de tanto beber.
Ele não deu a ela espaço para mais protestos. Apenas repetiu, firme:
— Vamos.
Ignorando as tentativas de Rosa de se desvencilhar, ele a puxou gentilmente, mas sem hesitação, em direção à sa