Rosa acordou de repente com o som insistente de seu telefone. Seus olhos ainda pesados de sono demoraram a focar. O número desconhecido piscava na tela, e, ainda atordoada, ela se lembrou da noite anterior. O jantar elegante com o chefe, a tensão, e o conforto ao voltar para casa e se deitar com sua mãe. Ela estava tão exausta que nem pensou em colocar o despertador para tocar.
— Droga! — resmungou, frustrada consigo mesma. Ela sabia que tinha compromissos naquela manhã, mas a noite anterior pa