77. Um Fantasma
— Não!
O grito rasga minha garganta.
Abro os olhos sem conseguir respirar, sentindo lágrimas escorrerem pelo meu rosto enquanto tento me afastar da escuridão que ainda me persegue.
Sinto mãos me segurarem antes que eu consiga me levantar da cama. Meu corpo treme, meu peito dói, e procuro desesperadamente o rosto da pessoa ao meu lado.
Encontro Andrei.
— Calma, Soph... foi só um pesadelo.
Ele me envolve em um abraço firme, e eu respiro fundo, tentando assimilar suas palavras.
Levo instintivament