68. Minha Irmã
Sophie Williams Volkova
É surreal como alguém consegue nos destruir apenas com algumas palavras. Entrei no carro com o coração em frangalhos, como se cada batimento ameaçasse se partir mais um pouco. Por um instante — um único e cruel instante — acreditei que ele fosse pedir desculpas, que tivesse voltado atrás. E o pior é que, mesmo doendo tanto, eu teria cogitado perdoá-lo. Perdoaria o homem que me quebrou… apenas porque o amo.
O silêncio pesa até que Viktor o rompe com a voz baixa, carregada